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ME DAVA UMA CHANCE
ME DAVA UMA CHANCE
Sady Mac
Quando a tristeza chega
vem junto contigo
saudade, mágoa, solidão.
Tento me desvencilhar
dos meus sonhos pesadelos,
difícil conter.
Tanto tempo já passou,
muita água rolou,
meus olhos secaram,
nem choram mais
meu coração nem bate ,
ficou mudo
perdeu o sentido da vida,
que fazer
se não te esqueço,
se te amo demais,
tudo em minha volta é você.
Parece que estas em todos os lugares,
outdoors vivos
a rodar em minha mente,
meu corpo esta perdido,
nem parece meu.
Pensamentos que teimam em serem sempre seus.
Mas como te esquecer,
se este amor é grande demais,
sem fronteiras,
que jamais iria acabar.
Perder o seu amor foi triste,
mas eu sei,
você não me esqueceu,
ainda vivo em ti.
Coisas deste destino ingrato,
que teima em me fazer padecer.
Seu eu fosse você
nem pensaria duas vezes,
me dava uma chance
e voltava para me fazer feliz…
SALVEM O BRASIL
Salvem o Brasil!

JULENI ANDRADE
Às margens do que era um rio…
algo foi dito, ou não dito.
_ E, o povo?
Não gritou, nem ouviu!
Se o tal Sol brilhou, ninguém viu.
_ A Liberdade, a igualdade, quimeras são?
Se é forte o braço, arrebenta o laço?
_ O braço é forte! Carrega o fardo!
O peito desafia o dia a dia…
O sonho é sonhado, ainda!
Amor e esperança… esperamos que desçam
à Pátria do cruzeiro, do cruzado, do real…
onde as nuvens negras escondem constelações.
Bronzeia-se, o gigante verde amarelo…
deitado ao Sol da América Latina.
Belo e forte, dentre os demais explorados
pelo mercantilismo civilizador de outrora.
_ São mais ricas as suas matas?
_ Cobiçadas, são! E, não as guarda!
Corta sem dó! Abrem pastagens e lavoras…
Transformam madeira em metal!
_ A justiça é forte? A paz futura chegou?
_ Do passado cantam supostas glórias…
E, aqui no tal futuro:
a Lei é assassinada pela impunidade.
Mas, é terra adorada, amada, querida…
ao menos de quatro em quatro anos,
quando as flâmulas esvoaçam à cada gol!
Salve! Salve!
Pátria amada, idolatrada…
Terra adorada!
Salvem o Brasil!


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