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Textos com Etiquetas ‘fizeram’

MEU NAMORADO

6, junho, 2009

Meu namorado

namorados1

Djane Alice

Dizer que te amei
no momento em que te conheci
Sei que seria o que gostarias de ouvir
Mas assim não sucedeu
O amor de pouco a pouco
Em meu peito bateu
Procurando me amar
A ti eu amei…
Dentro dos teus olhos ternos e meigos
Eu ali me encontrei

O teu amor sem fim
As tuas carícias apaixonadas
O teu romântismo enfim
Me descrevendo em amor, paixão e poesia
Fizeram de ti o dono do meu coração
Ao teu lado me sinto plena,
Amada,amante,namorada,enamorada.
Como não amar-te
Se somos apenas um,
Para o amor nascemos
E um para o outro vivemos

Um ano juntos
De cumplicidade e proteção
Assim é nossa união
Rogo a Deus,ao nosso amor a proteção
E aos céus, que  me permita ter sempre à ti
A minha mais profunda adoração.

 

Djane Poetas e poetisas (diversos), Uncategorized , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

TEMPORAL

29, maio, 2009

Temporal

poujmhj
Sady Mac

O céu se pintou de preto
Nuvens rolavam em cascatas
Clarões assustadores retumbavam
O dia chorou, a  terra empoçava água!
valetas se fizeram rios
Nada em volta, tudo deserto
Pingos fortes a encharcarem o chão
A janela embaçada bruxeava claridade

A pracinha se fez só, sem vida
Assustadora noite se fez
Nada em volta movimentava
O vento negro  uivava
Os galhos estalavam
Contra o vento que acudia
Da rua deserta que sofria
Castigada pelo temporal
O velho se encurvava triste

Olhar entorpecido pelo tempo
Enclausurado num canto a sua sorte
Mendigando aos céus clemência
Dos que não tinham nada para receber
Apenas as estrelas para amar e confidenciar
E aquela noite seria sem lua
De sua vida sem vida…
Só de temporal…

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SALVEM O MEU RIO

26, maio, 2009

Salvem o meu rio

411 

 

Sady Mac

Das nuvem escuras do céu
os pingos se fizeram chuva
Caíram sobre a terra seca
poças logo se formaram ao chão
Vejo-me criança, feliz, pés descalços
correndo, pulando, chutando água
fazendo barquinhos de papeis
que se iam sem destinos
nas cachoeiras formadas
nos valos das calçadas
Veias de água a serpear
Em murmúrios
perdidas em direção ao rio…
Ah! Quanta imaginação
Nestes meus sonhos de menino
Hoje vejo com amargura
o meu rio tão tristonho
Poluído de águas turvas quase parando, sem vida…
Meu rio, meu rio…
Das poças da minha infância
Onde me banhava, brincava em tuas águas cristalinas
Agora  tão maltratado, agonizando
salvem o meu rio, os rios…
sem eles a vida será em vão…
Quem sabe depois da chuva
O arco íris se abra
Em suas cores a se espalhar na imensidão
Nos meus sonhos de menino
Verei você gracioso novamente, límpido, caudaloso
A correr em direção ao mar
Salvem o meu rio…

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Um natal de sonhos para você