VAGA-LUME
26, junho, 2009
Vaga- lume

Ada Fraga
Não eu não tenho vergonha
de ser nada além da poesia,
de falar o que pensa e sonha,
minha vida é pura ideologia.
Minha alma é um vaga-lume,
meu corpo é o meu templo,
a melancolia me consume.
eu me recrio e me reivento.
A vida é tão questionável,
quanto a morte que há
em cada canto provável,
fé existe, difícil é acreditar.

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