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Textos com Etiquetas ‘pura’

PARA VOCÊ AMOR

11, setembro, 2009

PARA VOCÊ AMOR

 

8y-

MÁRCIA ROCHA

Que entrou na minha vida,
Balançou minha estrutura,
Envolveu-me com doçura
Fez de mim uma mulher mais pura.

Sinto teu peito no meu peito,
Teu coração descompassado
Tomando-me de assalto
Se tornando meu amado.

Loucura boa dos sentidos,
Ter teu corpo no meu corpo,
Penetrando em minha carne
Possuindo o que por ti arde.

Ansiedade trêmula de desejo,
Sufoco que dá no peito,
Respiração acelerada,
Amor que se cumpre na madrugada.

Esse é o meu homem,
Amante que me emociona
Dono da minha vontade
Paixão que meu corpo guarda
Um amor manso que nunca tarda.

 

Djane Poetas e poetisas (diversos), Uncategorized, poesias de Sady Mac , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

VAGA-LUME

26, junho, 2009

Vaga- lume

00

Ada Fraga

Não eu não tenho vergonha
de ser nada além da poesia,
de falar o que pensa e sonha,
minha vida é pura ideologia.

Minha alma é um vaga-lume,
meu corpo é o meu templo,
a melancolia me consume.
eu me recrio e me reivento.

A vida é tão questionável,
quanto a morte que há
em cada canto provável,
fé existe, difícil é acreditar.

 

Djane Uncategorized , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

TOMA-ME

3, maio, 2009

Toma-me  
 
eawaitspic1Pedro F Costa

Toma-me… em teus braços nesses arpejos,
desejos, sejam em ti, como cântaros, pura
candura… que me levem, frêmitos ensejos
que pejo… se desprenda de ti em ventura

Rubores cubram teu corpo, teu seio, almejo
velejo… em meio, a gemidos… ranhaduras
cesuras… mas, só de ti, me resta um sobejo
eu vejo…entre mórbidas, afãs, desventuras

Assim… desprende-se de mim em merejo
arquejo,  diante de ti, em tantas loucuras,
agruras… sem direção, rumo, eu manejo

Vida… desse nosso amor, sem trincaduras,
ranhuras, relembro ao som de um realejo
marejo… lembro d’um poeta em amarguras

sady Poetas e poetisas (diversos), Uncategorized , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Toma-me

24, abril, 2009

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Pedro F Costa

Toma-me… em teus braços nesses arpejos,
desejos, sejam em ti, como cântaros, pura
candura… que me levem, frêmitos ensejos
que pejo… se desprenda de ti em ventura

Rubores cubram teu corpo, teu seio, almejo
velejo… em meio, a gemidos… ranhaduras
cesuras… mas, só de ti, me resta um sobejo
eu vejo…entre mórbidas, afãs, desventuras

Assim… desprende-se de mim em merejo
arquejo,  diante de ti, em tantas loucuras,
agruras… sem direção, rumo, eu manejo

Vida… desse nosso amor, sem trincaduras,
ranhuras, relembro ao som de um realejo
marejo… lembro d’um poeta em amarguras

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