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Textos com Etiquetas ‘tempo’

DELÍRIOS DE AMOR

12, agosto, 2009

Delírios de amor

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Sady Mac

Que loucura, que vontade
De sempre te querer
Que hora que não passa
Estes minutos que se arrastam
Contando o tempo
De me perder em teus braços
Desejar teus abraços
Os teus beijos, o teu calor
Esta paixao sem limite
louca, apaixonada, carente
Sempre querendo mais
Este amor sem fronteiras
Que venceu todas as barreiras
Agora vive só de amar
Se estou contigo é só amassos
Sou refém dos teus carinhos
da boca querendo beijos
desta tua mão atrevida
trêmula, tateando , passeando
deslizando em minha pele arrepiada
quando deita em meu peito
acaricio teu corpo macio
me pedes em sussurros
para eu te amar
incendiando nossas almas
outra vez
Ahh, este amor que me faz tao feliz…

Dedicado a minha amada esposa Djane…

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SER TEU AMIGO

21, julho, 2009

Ser teu amigo

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Sady Mac

Como é gostoso ser teu amigo
Das tuas mãos estendidas
Do sorriso largo no rosto
Da felicidade ao me ver
Deste abraço carinhoso,
apertado, afetuoso…

do matar saudades escondidas
Relembrar as noites de lua cheia
Sentado embaixo da figueira
Confabulávamos segredos
Nas conversas jogadas ao vento…

Sei, o tempo passa, como tudo passa
Cada um para o seu lado
As brincadeiras de menino ficaram
Escondidas no baú da nossa saudade…

E agora aqui estamos
A sorrir,contar,relembrar
Tantas coisa para falar
Cala-me a voz
Na despedida a voz embargada

Mas quero te dizer
Por onde você estiver
Que na distancia nossa
Dos pensamentos perdidos
Te guardo dentro do peito
Neste coração amigo….

 

Djane Uncategorized, poesias de Sady Mac , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Ah! Os relógios

4, junho, 2009

Ah! Os relógios

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Amigos, não consultem os relógios
quando um dia em for de vossas vidas
em seus fúteis problemas tão perdidas
que até parecem mais um necrológios…
Porque o tempo é uma invenção da morte:
não o conhece a vida – a verdadeira -
em que basta um momento de poesia
para nos dar a eternidade inteira.
Inteira, sim, porque essa vida eterna
somente por si mesma é dividida:
não cabe, a cada qual, uma porção.
E os Anjos entreolham-se espantados
quando alguém – ao voltar a si da vida -
acaso lhes indaga que horas são…

Mario Quintana – A Cor do Invisível

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COM MEDO DE AMAR

2, junho, 2009

Com medo de amar

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Cláudio D. Borges

Tu me fazes pensar,
encoraja-me,
dá vontade de novamente amar;
quando você me pega e começa a confessar,
o teu amor com tanto carinho,
fazendo-me desmoronar.

Ainda diz-me que não quer forçar,
talvez possa encontrar alguém,
se apaixonar.

Olhando-me no fundo dos meus olhos,
como se me estivesse analisando,
fica me testando
deixando-me tímido,
com medo de me entregar.

Fico intrigado,
com o seu jeito de olhar.
vivo disfarçando para você não notar,
que eu estou me apaixonando,
mais tenho medo de amar.

Ao mesmo tempo não quero te perder,
pensando que você pode por outro se apaixonar;
por isso nesse impasse,
eu não sei se vou confessar,
esse amor que brota,
de uma amizade,
esse enlace que me faz te buscar;
para preencher um vazio que está no meu coração.

Só não quero cair na ilusão,
e mais tarde ter novamente uma grande decepção,
e de novo sofrer quando te perder.

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SAUDADES DE MINHA MÃE

30, maio, 2009

Saudades de minha Mãe.

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Marta Peres

Andei,
procurei,
pelas estradas
o melhor caminho
que me levariam a ti.

Sonhei,
ah! quantas vezes eu sonhei
entrar no ninho
beijar tuas mãos já cansadas…
sentir teu afago
teu carinho
teu amor.

Tudo passou,
acabou,
nada guardas de mim
nem eu de ti.
Apenas uma dor dilacerante
dor que não sai da memória.

O tempo avança
corre célere
domina minhas lembranças,
de ti.

Teus canteiros,
Tuas flores
Saudades de ti mãe
chega doer no coração.

Procuro por ti,
em toda parte
Não encontro,
Onde estão
tuas lembranças.

Vives longe,
Fostes para muito além
deixando saudade,
saudade que dói
que corrói a alma
que machuca o coração!…

 

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TEMPORAL

29, maio, 2009

Temporal

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Sady Mac

O céu se pintou de preto
Nuvens rolavam em cascatas
Clarões assustadores retumbavam
O dia chorou, a  terra empoçava água!
valetas se fizeram rios
Nada em volta, tudo deserto
Pingos fortes a encharcarem o chão
A janela embaçada bruxeava claridade

A pracinha se fez só, sem vida
Assustadora noite se fez
Nada em volta movimentava
O vento negro  uivava
Os galhos estalavam
Contra o vento que acudia
Da rua deserta que sofria
Castigada pelo temporal
O velho se encurvava triste

Olhar entorpecido pelo tempo
Enclausurado num canto a sua sorte
Mendigando aos céus clemência
Dos que não tinham nada para receber
Apenas as estrelas para amar e confidenciar
E aquela noite seria sem lua
De sua vida sem vida…
Só de temporal…

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CASA ABERTA

28, maio, 2009

Casa Aberta

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Caito Spina

Vou deixar a casa aberta
Pra que você possa entrar
Sobre a cama tua coberta
Pra na certa te esquentar

Eu espero a tua volta
Nas voltas que o tempo dá
E já pus nessa fruteira
Muitas frutas do pomar

Na varanda tenho a rede
Para que possas sonhar
Na gaiola teu canário
Te esperando pra cantar

Afinei tua viola
Sete cordas fui comprar
Coloquei no forno a lenha
Tua comida pra esquentar

Pus no alazão o arreio
Tuas botas fui buscar
Com esporas cor de prata
Que guardei pra te agradar

Preparei meu coração
Pra poder te namorar,
Fui contando as luas cheias,
Pra aguardar você voltar.

 

 

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BEIJO

27, maio, 2009

Beijo

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AlexSimas

Tua língua me invade
Minha alma acende
Meu corpo arde
De teus lábios bebo vida
Em tua vida projeto sonhos
Em meus sonhos faço-me muitos
Meus muitos me fazem único
Hibrido homem e bicho
Santo e demônio
Criando novos pecados
Centro de muitos lados
Futuro, presente e passado
Um momento no tempo
Vivendo desejos
Febre do corpo
Fogo da alma
Explodindo em paixão…
…Quando tua língua me invade.

 

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Um natal de sonhos para você